

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, na noite desta terça-feira (24), para tornar o ex-governador Cláudio Castro e o deputado estadual Rodrigo Bacellar inelegíveis. Castro deixou o cargo nesta segunda-feira (23), anunciando pré-candidatura ao Senado. Bacellar está afastado do comando da Alerj e licenciado da Casa desde o fim do ano passado.
A ministra Estela Aranha foi a responsável por bater o martelo. Com seu voto, o julgamento formou placar de 4 a 1. Antes, o ministro Floriano de Azevedo Marques também havia votado favorável à inelegibilidade de Castro e Bacellar.
Quem abriu a votação nesta noite foi o ministro Cássio Nunes Marques, que até o momento foi o único voto contrário à sanção. Ele havia pedido vistos na votação do dia 10 de março. Neste primeiro dia, a ministra Carmen Lúcia e o ministro Antônio Carlos Ferreira votaram acompanhando a relatora Isabel Galotti, pela inelegibilidade dos envolvidos.
Se não tivesse deixado o Palácio Guanabara na noite dessa segunda-feira, Cláudio Castro também seria cassado. Como o julgamento começou no dia 10, antes da saída do governador, três ministros chegaram a votar pela sua cassação.
Apesar de Cláudio Castro e Thiago Pampolha já terem renunciado, a Corte voltou também pela cassação do registro da chapa.O processo se refere às eleições de 2022, quando Castro foi reeleito governador, no 1° turno.