

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) publicou, na noite desta terça-feira (12), em edição extra do Diário Oficial, a exoneração de 40 assessores parlamentares e da chefe de gabinete do deputado Thiago Rangel (Avante).
Confira os nomes publicados
Fernanda Henriques Almeida de Souza, Karine Caetano Ferreira, Lyzandra Ferreira Souza Godinho, Monica Sales Gomes, Simone de Carvalho Sarmento, Leticia Coelho Viot, Bianca Gomes Rodrigues, Mariele Dajuda Inacio da Silva, Mariana Pia Marinho Medeiros, Renata Olympio de Mello, Katiane Abreu Pessanha, Maria Clara Canedo de Magalhães, Mayara Wigand da Silva Freitas Calil, Amanda Paes Henriques, Ana Paula, Daiana da Silva Rosa Nunes, Joyce Martins Ferreira, Kelly Gomes Monteiro de Souza, Rita de Cassia Guimarães Bastos, Roberta Souza de Almeida Marques, Suelen Nogueira Noronha de Andrade, Nathalia da Silva Gomes Coutinho, Tamara da Silva Barbosa, Julya de Souza Melila Mota, Jaqueline Modesto Sodre, Jorge Santana de Azeredo, Anatail Roberto Manhães Neto, Carlos Isaias Vieira de Azeredo, Gustavo Rafael Santiago Soares, Erick de Souza Guimarães, Fábio Oliveira Souza da Silva, Fabrício Guimarães do Nascimento, Igor Suisso Rodrigues, Jhonatas de Souza Soares, Maxy Marlon Rangel Pacheco, Reinaldo Rodrigues da Conceição Silva, Rhulyan Martinho do Espírito Santo, Silvio Peçanha Paes Junior, Bruno Monteiro de Lima, Diego Augusto Rodrigues.
Considerando só os assessores, a soma dos salários brutos da equipe de Rangel custava R$222.706,22, sem eventuais benefícios como auxílio educação e auxílio alimentação. Com o salário do deputado somado, a assembleia gastava R$257.481,39 por mês.
A Alerj informou que está cumprindo as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF) e afastou o deputado estadual Thiago Rangel, preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal, que investiga fraudes na compra de materiais e contratação de serviços pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu semana passada manter o deputado estadual preso sem que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) possa votar sua soltura.
O plenário da corte deliberou sobre o caso depois que o relator, o ministro Alexandre de Moraes, tinha determinado a manutenção da prisão preventiva do deputado.
Segundo a Alerj, o parlamentar já está afastado e seu gabinete será destituído: “A Mesa Diretora vai cumprir na íntegra as determinações do STF. O parlamentar está afastado de suas funções e seu gabinete será destituído. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Alerj abrirá um processo disciplinar para apurar o caso”.
O suplente que ocupará a vaga é Wellington José, que já foi deputado entre 2021 e 2022. Ele recebeu 22.817 votos em 2022 quando concorreu pelo Podemos. Hoje está no União Brasil, e nas redes sociais publica fotos ao lado de Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj e pré-candidato a governador. Em 2025 fez diversas postagens em apoio ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar.
Com informações do G1*