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Glória Menezes, referência da dramaturgia brasileira, morre aos 91 anos

Viúva de Tarcísio Meira marcou a televisão brasileira em mais de seis décadas de carreira e participou de mais de 40 novelas

Obituário
Por Redação
18 de agosto de 2026 - 17h38
Foto: Globo/Fábio Rocha

Glória Menezes, uma das maiores referências da teledramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (!8), aos 91 anos. A família confirmou à imprensa que a atris morreu em casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais.

Com mais de seis décadas no teatro, cinema e televisão, Glória Menezes, com nome de batismo Nilcedes Soares de Magalhães, nasceu em Pelotas (RS), em 19 de outubro de 1934, e atuou em mais de 40 novelas.

A carreira de Glória teve início no teatro, e a estreia na Globo aconteceu em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol, e fez par romântico com Tarcísio Meira, com quem manteve o casamento mais conhecido da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021, por Covid.

Na televisão, esteve em novelas de grande repercussão por diferentes fases da teledramaturgia brasileira. Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).

No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.

Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão.

*Com informações do G1