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Excelência em segurança patrimonial

Tecnologia, experiência e atendimento permanente marcam os 20 anos da AlmirTec no mercado

Entrevista
Por Aloysio Balbi
12 de janeiro de 2026 - 0h01
Foto: Josh

Há 20 anos no mercado de segurança patrimonial em Campos e na região, a AlmirTec tem seu trabalho reconhecido pela liderança nesta prestação de serviço, operando com o que existe de mais moderno em tecnologia em equipamentos de última geração, atendendo a pessoas físicas e empresas, protegendo desde residências na cidade até casas de praias, e propriedades rurais, além de grandes empresas.

E como o assunto é o reconhecimento de um trabalho de excelência, um diferencial de momento da AlmirTec é o sistema de reconhecimento facial, que começa a ganhar corpo em Campos, embora ainda exista um espaço grande para expandir. Outro diferencial da empresa é o pronto-atendimento ao cliente, com a permanente manutenção do seu sistema.

Sua empresa está completando 20 anos de mercado em Campos e na região. Ainda há espaço para crescer mais?
Então, foi um período de 20 anos de aprendizado. Começou lá atrás, quando tinha poucas empresas ainda no mercado, e começou pelo meu pai, o Johnny, que foi o antecessor de tudo isso. Tudo era um pouco mais fácil de trabalhar, porque a internet ainda não tinha esse poder todo. Hoje, o mercado está mais competitivo, o que é bom. Tem empresas que vendem equipamentos de monitoramento, mas não têm a nossa expertise, pois temos um bom diferencial, que são exatamente esses 20 anos de experiência. Hoje, a gente vê muita concorrência na área de equipamentos. Então hoje você não pode somente vender produtos. Você tem que vender serviço. O nosso diferencial é o valor do serviço prestado. Porque atualmente tem muitos que vendem e amanhã no pós-venda somem. Não estão lá para poder suprir as necessidades do cliente. Nosso atendimento é primordial na razão do nosso sucesso.

É um atendimento de 24 horas?
Nossa empresa trabalha com vigilância 24 horas. Um alarme toca e a gente trabalha. A gente não depende de polícia para ir no local. A gente conta com viaturas próprias e gente  treinada. Neste período mesmo de início de ano, os arrombamentos aumentam. Campos está muito exposta, infelizmente, com esses usuários de drogas em situação de rua que roubam fios de postes e arrombam casas quando os moradores não estão.

A questão de pessoas em situação de rua é um grande problema então?
Sim. Sabemos que existem problemas sociais, mas no nosso caso temos que avaliar a questão de segurança na defesa do patrimônio dos nossos clientes. Então essas pessoas, principalmente os usuários de drogas, passam a ser um fator de risco em muitas áreas da cidade, principalmente nessa época em que parte do efetivo da segurança pública é remanejada para as praias da região. É um período em que trabalhamos muito e temos conseguido atender nossos clientes evitando e mitigando danos, ou seja, arrombamentos e roubos.

Esse problema de roubos de fios tem sido recorrente?
Sim e é muito grave. Eles roubam e os prédios ficam sem energia elétrica. Eles entram pelo telhado da sua casa, roubam o cobre do ar-condicionado, você fica sem ar-condicionado. Então, hoje a gente precisa muito da segurança pública, mas a minha empresa está aqui para tentar suprir um pouco dessa falta da segurança pública.

Esse mercado de segurança está em constante atualização. Você está operando com o que existe mais moderno em termos de imagem?
Sim, sim. Todo ano a gente vai na feira de segurança de São Paulo, que é a maior feira de segurança da América Latina, que acontece sempre em julho. Temos que nos atualizar sempre, aprender coisas novas, ver a tecnologia que está sendo lançada no mercado. Temos o que existe de mais moderno em se tratando de equipamentos de segurança patrimonial. Estamos sempre nos atualizando com novidades como o controle de acesso com o facial. Antes eram somente o digital e senhas. Hoje, já existe o controle de acesso através do reconhecimento facial e temos toda essa tecnologia com câmeras especiais de última geração. Isso tudo aliado à nossa experiência de agentes de seguranças próprios, porque o fator humano também é muito importante. Vender qualquer um vende, mas continuar no mercado com o serviço prestado e bons resultados é difícil.

Esse serviço, até poucos anos, era só para quem tinha muito dinheiro. Hoje ele está mais democratizado, alcançando os bairros de forma geral?
Diria que sim. O custo de um sistema de eficiência de câmera e alarme está bem acessível. Hoje um monitoramento 24 horas pela nossa empresa tem um preço bem razoável. Então, acho que isso aí é um custo-benefício muito bom, é igual um seguro de carro, você quer pagar para nunca ser roubado. Estamos falando de patrimônio.

Existe diferença entre a instalação normal de um sistema de segurança e o serviço de vocês?
Sim, correto, porque hoje você compra na internet, você vai pegar uma pessoa no mercado para instalar, ele vai instalar e não vai te dar garantia do serviço dele, assim como não vai dar garantias do equipamento e de sua manutenção, o que é de suma importância. Nossa empresa prima pela manutenção do equipamento e de todo o sistema.

O comércio de Campos também tem aderido a esse tipo de monitoramento ou ainda está naquela fase da câmera própria?
Eu acho que o comercial e o residencial estão bem equilibrados nesse contexto, principalmente no que diz respeito aos nossos clientes. A tendência é de crescimento, mas hoje os proprietários de residências e de lojas têm a mesma preocupação. Tem muita gente ainda com resistência em reconhecer essa necessidade e só aderem depois de um arrombamento ou furto. Hoje temos clientes em diversos bairros, como Centro, Pelinca, Goitacazes, bairros diversos. Também estamos atuando fora do município como na Região dos Lagos.

E o meio rural?
Então, o meio rural, até hoje, no mercado, nós fechamos umas quatro fazendas. Um número ainda muito pequeno, mas devemos avançar nessa área.

E praias?
Temos bastantes clientes na região de São João da Barra, nos balneários. E nesse contexto oferecemos o monitoramento pleno, mas precisamos da parceria com a segurança pública.

Na era do reconhecimento facial, você diria que a maioria dos prédios aqui em Campos já utiliza esse tipo de tecnologia ou ainda há um longo caminho para essa adoção?
Ainda tem muito que andar porque existe uma resistência natural de parte de moradores que ainda querem manter o contato com o porteiro. Mas todo o reconhecimento mais cedo ou mais tarde será facial, sendo isso somente uma questão de tempo. Estamos preparados para atender uma grande demanda em Campos e na região no que se refere a instalação deste sistema.

O que a gente pode fazer para ter uma casa segura?
Então, hoje, além do sistema de segurança, o morador, quando for se ausentar, tem que observar algumas dicas, com sistema automático de lâmpadas ou pedir para algum vizinho ligar. Estar sempre com o quintal ou jardins limpos, não permitir que correspondências se acumulem na caixa dos correios, ou seja, passar a idéia de que a casa está com moradores.