

Contagem regressiva para a abertura da 1ª Feira Regional de Preços Especiais (Fepe), no próximo sábado (25), no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, em Macaé. Todos os estandes foram vendidos e a expectativa da Câmara de Dirigentes de Campos (CDL), que organiza o evento com outras CDLs da região e em parceria com a prefeitura macaense, é de que a feira alcance um público de 200 mil pessoas durante os quatro dias. A estimativa é que a 1ª Fepe Regional movimente algo em torno de R$ 20 milhões. Vão participar lojistas de 25 municípios da região e de outros estados como Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco.
Grandes empresas e fundos de investimentos fazem diagnóstico sobre potencialidade de Campos
Um pool de empresas contratou uma consultoria com sede em Brasília para diagnosticar as potencialidades de Campos, indo da renda média, passando por infraestrutura até serviços, educação e saúde. Trata-se da chamada prospecção. Isso significa que grandes grupos estão montando um banco de dados sobre Campos e a região, objetivando investimentos até 2030. Bom saber que estamos no radar.
Município está no radar para projetos da área de energia
Pode-se cravar que Campos está na rota de investimentos em energia por fatores diversos, entre eles as fontes solar, etanol e gás natural. Soma-se a isso o fato de que Campos, em seu passado, sempre foi referência em energia, desde o açúcar até chegar ao petróleo o ao gás. Na pauta de investimento estaria uma fábrica de baterias para equipamentos diversos. No momento o destaque é para a produção de gás natural.
Campos vai ter fábrica de beneficiamento de açaí com sede no Pará
A maior fábrica de produtos à base de açaí do Pará vai montar uma unidade de beneficiamento em Campos com obras previstas para serem iniciadas neste segundo semestre. O investimento mira Campos, Macaé. Rio de Janeiro e até mesmo São Paulo. Campos foi escolhida pela sua logística e localização estratégica, de olho também no Estado do Espírito Santo.
UFF estuda fenômeno de Atafona desde os anos de 1970
Em se falando de Atafona e o avanço do mar, a Universidade Federal Fluminense (UFF) possui uma trajetória sólida e histórica de pesquisas científicas no delta do Rio Paraíba do Sul, especialmente no campo das geociências. Desde o final da década de 1970, a região de Atafona vem sendo objeto de artigos científicos, teses, dissertações, relatórios técnicos e estudos acadêmicos que ajudaram a compreender um dos processos de erosão costeira mais crônicos e conhecidos do Brasil. Esse conhecimento acumulado foi reconhecido pela Associação SOS Atafona, que teve papel decisivo na articulação de recursos para viabilizar, junto à UFF, a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental voltado à mitigação dos impactos da escassez de sedimentos e da erosão costeira na foz do Rio Paraíba do Sul. O estudo será conduzido integralmente por uma equipe técnica da Universidade Federal Fluminense, vinculada à Unidade de Estudos Costeiros, sob responsabilidade técnica do professor Eduardo Bulhões. A iniciativa reúne diagnóstico ambiental, simulações numéricas, avaliação de alternativas e compromisso público com o futuro de Atafona. Para além de um estudo técnico, trata-se de um passo importante para transformar décadas de conhecimento produzido em subsídio concreto para a tomada de decisão e para a construção de soluções responsáveis para o litoral da região.
Sindipetro da região festeja suas três décadas de fundação
O Sindipetro-NF fez uma grande festa para comemorar seus 30 anos de fundação. Reuniu os petroleiros da ativa, os aposentados com suas devidas famílias, além de representantes de movimentos sociais e lideranças políticas. Trata-se de um dos mais expressivos sindicatos da área de petróleo do país. E só por isso já merece mil parabéns.