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​Lançamento, trajetória e evolução dos veículos do Sistema Terceira Via

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Guilherme Belido Escreve
Por Guilherme Belido
20 de julho de 2022 - 18h14

Invariavelmente o aniversário de um veículo de comunicação é acontecimento relevante que deve ser registrado e comemorado.  

Jornal, televisão, rádio ou mídias virtuais – pouco importa – o essencial é que a informação, como fio condutor de conhecimento, seja preservada e reconhecida como imprescindível à sociedade. Isso, não apenas pela narrativa dos acontecimentos que caracteriza seu ofício primário, mas também no papel protetivo que desempenha em favor de todos, coletivamente, e de cada um.  

Em tempos econômico-financeiros difíceis, predominantes no Brasil desde 2014 – levando-se em conta, ainda, que Comunicação é uma atividade pouco convencional e exaustiva – o lançamento de empreendimento dessa natureza é sempre auspicioso.  

E mais: se completar um, dois, ou três anos é praticamente uma façanha (a maioria ‘fecha as portas’ antes disso), o que dizer de uma década?  

Pois é disso que se trata. O Sistema de Comunicação Terceira Via está completando 10 anos desde que lançou seu primeiro veículo – o site. Logo em seguida veio a 3ª VIA TV e, desde 2016, o jornal Terceira Via, de publicação semanal. Assim, não estamos a falar de uma única plataforma, mas de três mídias que se completam, evoluem juntas para alcançar um público cada vez maior.  

Nada, contudo, aconteceu ao acaso. Por trás dessa dinâmica está o Grupo IMNE, um dos maiores conglomerados de saúde privada do interior do país, ora às portas de completar 50 anos de inestimáveis serviços prestados à população fluminense, em particular a Campos e região. 

O IMNE, com mais de uma dezena de unidades – incluindo plano de saúde, centros de diagnósticos, laboratórios e hospitais –, é sinônimo de excelência e brindou Campos lançando-se, também, no segmento de Comunicação. Assim, estendeu a este setor a qualidade, o conceito e a reputação que lhe são peculiares.  

Mais confiáveis

Pesquisa Datafolha de 2020, publicada em O Globo no dia 23 de março daquele ano, apurou que “os meios de comunicações da imprensa profissional são considerados pelos brasileiros os mais confiáveis”. De acordo com o instituto, TVs e jornais lideram com 61% e 56%, respectivamente.   

No apurado, os programas jornalísticos de rádio aparecem com 50% e os sites de notícias somam 38%. 

Ainda segundo o Datafolha, “somente 12% das pessoas dizem ter confiança nas informações compartilhadas em aplicativos e redes sociais”.  

Desde seu lançamento (2016) a evolução tem sido uma marca do Terceira Via.  O noticiário está ampliando seus espaços, enquanto as colunas sociais são ‘trabalhadas’ para que fiquem mais atrativas. Impresso no parque gráfico do Estadão (SP), a qualidade da impressão dispensa comentários. Na área de circulação, esforços redobrados para que o jornal alcance um número cada vez maior de leitores.  

Expansão da TV 

Longe de passar despercebido, chega a ser surpreendente o nível de expansão da 3ª VIA TV, que em especial nos últimos 2 ou 3 anos avançou de forma meteórica, quer na multiplicidade da grade de programação, quer no alcance. 

Primeiro canal de TV a cabo em HD da região, a 3ª VIA produz conteúdos exclusivos, numa diversificação incomum em se tratando de emissora sediada fora das grandes capitais. 

Citando apenas uma parte da programação – de um todo que oferece igual qualidade – o canal disponibiliza ao telespectador o Jornal Terceira Via, Radar Regional, Especial Terceira Via, Via Saúde e Pauta Livre. Destaque, também, para Verdade e Fé, Programa do Balbi, Programa Fábio Abud, Viny Soares, Endorfina e Mãe Moderna.  

No segundo quesito mencionado, a emissora alcança cerca de 60 cidades, englobando, além de municípios do Estado do Rio de Janeiro, cidades do Espírito Santo e Minas Gerais. 

De acordo com o diretor-geral Fábio Paes, o processo de expansão – a exemplo do site e do jornal – é continuo. Em outras palavras: onde o sinal chega, cabe apenas consolidar; e não acomodar. Se hoje são 60, a empresa trabalha para que amanhã sejam 100. 

O jornal 

Quatro anos após a criação do on-line, o Sistema Terceira Via ampliaria sua presença no mercado lançando o jornal – órgão de maior respeitabilidade entre os meios de comunicação.  

A Internet – as redes sociais – traz em seu âmago instrumento de extraordinário avanço tecnológico. Contudo, de pouca credibilidade, afeiçoa-se, via de regra, a um depósito de tolices. Salvo exceções, palco de amadores.

Jornal é um produto caro. Tão difícil de ser custeado, como de ser produzido. Mas, a despeito da crise que vem enfrentando, insubstituível. Àqueles que discordam, cabe lembrar que o cinema não pôs fim ao teatro, bem como a televisão não acabou com o rádio. 

Percurso – Jornais fecharam, outros surgiram. A Folha de S. Paulo acaba de completar 100 anos. O Estadão soma 147 e O Globo está a três anos do centenário. Na maioria dos países da Europa e nos EUA, os jornais melhor estruturados sobreviveram à Internet.   

Cabe salientar, muitos deixaram de circular sob a camuflagem de que “optaram” pelo conteúdo digital. Na verdade, fecharam as portas. O Terceira Via está trilhando caminho inverso: primeiro, lançou o on-line; depois, o jornal físico. Isso já diz muito. 

“O que os leitores querem é mais reportagem, mais opinião, muita profundidade”. (…)

“Um jornal não pode apenas publicar as notícias de ontem, tem que explicar o que vem depois, e por quê”.

(Ascânio Seleme, ex-diretor de redação de O Globo).

Criado em 2012, o Site abriu o caminho para as demais mídias que formariam o Sistema de Comunicação Terceira Via.  

O on-line do Grupo não tardaria em se transformar numa das mais modernas, ágeis e completas plataformas digitais. Desfruta, hoje, de singular credibilidade, sendo leitura obrigatória para os que não abrem mão da informação correta e imparcial.