

Grupo carioca de veículos que já tinha anunciado a vinda da BYD para Campos em uma área da rua Rocha Leão, bateu o martelo outra vez e trará junto uma concessionária de outro carro elétrico da China, a Geely. As duas abrem simultaneamente ainda este ano e a empresa já oferece vagas para contratar vendedores de veículos com experiência. Ambas funcionarão também como oficinas para revisões.


O fechamento de lojas de grandes bandeiras nacionais do setor de eletrônicos em Campos, como Casas Bahia e TeleRio, pode ser apenas o começo de um movimento maior. O varejo de eletrodomésticos enfrenta dificuldades em várias regiões do país. Vale lembrar que a Casas Bahia é controladora do Ponto Frio, mostrando a concentração existente no segmento. O cenário exige atenção dos empresários. Há retração do consumo por conta dos altos juros e endividamento.


A crise enfrentada pelas grandes redes de eletrodomésticos mostra apenas uma parte das transformações no varejo. Em Campos, o movimento inverso aparece na expansão da logística voltada ao armazenamento e à distribuição de produtos vendidos pela internet. O segmento já movimenta milhares de postos de trabalho no município e mantém perspectiva de crescimento. É uma mudança importante na economia local. Menos lojas físicas podem significar mais estruturas nos bastidores do comércio eletrônico.


A pesca esportiva ganha cada vez mais adeptos no Rio Paraíba do Sul, em Campos. A tradicional pesca do robalo em pequenas embarcações, acompanhada por guias especializados, continua atraindo adeptos, mas agora a novidade fica por conta da pesca noturna do piau, que vem conquistando espaço entre os praticantes. A atividade também movimenta pequenos negócios ligados ao turismo.
Um grupo de empresários de Campos segue nesta semana para João Pessoa, na Paraíba, onde participa da Convenção Nacional das Câmaras de Dirigentes Lojistas. O encontro reúne representantes do comércio de todos os estados da federação. Entre os assuntos em pauta, estão economia, varejo e os desafios para os próximos meses. O ambiente eleitoral também deve ocupar espaço nas discussões. Para o empresariado, acompanhar as decisões econômicas será fundamental.
Os bastidores da economia regional ficaram movimentados com a informação de que a OSX estaria negociando sua participação remanescente no Complexo do Açu por R$ 1,5 bilhão. O assunto despertou interesse imediato no meio empresarial. As informações disponíveis, porém, indicam um mercado com mais oferta do que procura neste momento. O negócio segue no radar.


Outro assunto que circulou nos bastidores foi a possibilidade de uma operação extrativa na região da Barra do Furado, entre Campos e Quissamã. O projeto seria de grande porte e despertou expectativa entre empresários e moradores. Por enquanto, porém, o melhor caminho é aguardar os próximos capítulos. Grandes investimentos exigem estudos, licenças e segurança jurídica. Prudência, neste momento, parece ser a palavra de ordem.


O projeto Boi na Sombra começa a apresentar resultados positivos em Campos e chama a atenção dos produtores rurais. A proposta combina pecuária com reflorestamento, buscando conciliar produção e recuperação ambiental. Os primeiros resultados vêm animando os pecuaristas que acompanham a iniciativa. O modelo também abre espaço para novas discussões sobre produtividade no campo. Uma experiência que merece acompanhamento de perto.


O 2º Festival do Aipim, realizado na Praça Poeta Antonio Roberto Fernandes, no Flamboyant, confirmou o potencial gastronômico do tradicional produto da agricultura regional. O evento apresentou uma grande variedade de receitas, com opções doces, salgadas e pratos mais elaborados. O aipim também ganhou espaço nas discussões sobre alimentação e nutrição. A programação reuniu gastronomia, cultura e convivência comunitária. Uma iniciativa que valoriza um produto simples e muito presente na mesa dos brasileiro.