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Delegado da 134ª DP aponta combate aos crimes patrimoniais como prioridade em Campos

O delegado destacou que foi identificado que os roubos, sobretudo de motocicletas, representam hoje o principal problema do Centro

Segurança Pública
Por Redação
15 de abril de 2026 - 13h26
Foto: Josh

O delegado titular da 134ª Delegacia de Polícia, Carlos Augusto Guimarães, afirmou que o combate aos crimes contra o patrimônio será uma das principais prioridades de sua atuação à frente da unidade. A declaração foi feita durante participação no programa Manhã J3, exibido nesta quarta-feira (15), em entrevista ao jornalista Júlio Tinoco.

Durante a conversa, o delegado relembrou sua trajetória profissional em outras delegacias por onde passou ao longo da carreira e detalhou o foco do trabalho desenvolvido atualmente em Campos. Segundo ele, a 134ª DP atua de forma integrada com a 146ª Delegacia de Polícia, DEAM, Segurança Presente, além de manter parceria com o município.

De acordo com Carlos Augusto, crimes como estelionato, extorsão e roubo exigem atenção especial, principalmente na região central, área de atuação da delegacia da cidade. O delegado destacou que, após reuniões com a Polícia Militar, Conselho Comunitário de Segurança Pública, entre outros órgãos, foi identificado que os roubos, sobretudo de motocicletas, representam hoje o principal problema, especialmente no período noturno e de madrugada, quando encerra a atuação do Segurança Presente.

“Já participamos de reunião com a Polícia Militar, Conselho Comunitário de Segurança e identificamos que o maior problema do Centro são os roubos, principalmente de motocicletas e à noite. É óbvio que fazemos uma ‘clínica geral’ na delegacia, atuamos em todos os crimes, como homicídios, tráfico de drogas e lesões corporais, mas hoje o maior problema da segurança pública e da sensação de insegurança em Campos são esses roubos praticados, em sua maioria, por motociclistas”, afirmou.

O delegado revelou ainda que investigações já estão em andamento e que alguns suspeitos foram identificados. “Alguns pedidos de prisão já vão ser encaminhados ao Judiciário. Esperamos que, com a prisão dessas pessoas, os registros caiam. Muitos desses suspeitos são da região de Guarus, atravessam a ponte, cometem os crimes no Centro e retornam para destinar o produto do crime”, completou.

A entrevista completa está disponível aqui.