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Mulher é presa após agredir bebê de 5 meses em São João da Barra

Bebê foi recolhido pelo Conselho Tutelar, passou por avaliação médica e foi encaminhado para acolhimento municipal

Polícia
Por Nelson Nuffer
8 de junho de 2026 - 17h52
Foto: Reprodução

Uma mulher foi presa após denúncia de maus-tratos envolvendo um bebê de apenas cinco meses, na localidade do Açu, em São João da Barra, na madrugada de domingo (7). Um vídeo circula nas redes sociais mostrando a agressão, onde a mulher desfere tapas no bebê, gritando que iria matá-lo, assim como ameaça de morte também outra criança, de 2 anos, que estava no local.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada pelo Conselho Tutelar de SJB, informando que estavam com um vídeo que mostra maus tratos ao bebê.

Os policiais fizeram contato com um homem, que afirmou ser pai de uma criança de dois anos com a mulher, e que recebeu o vídeo com as agressões e ameaças, e foi imediatamente à casa dela buscar o filho. A criança não estava ferida.

Ao chegar no local, os militares também encontraram outra testemunha, que ao saber do caso foi à casa e encontrou a mulher caída no chão, e chamou o resgate. Ela foi socorrida para o posto de saúde do Açu, transferida para o centro de emergência de SJB, e em seguida conduzida para a 145ª DP. Após depoimento, foi levada para o presídio feminino, onde permaneceu presa.

O bebê foi recolhido pelo Conselho Tutelar, encaminhado para atendimento médico e depois para um acolhimento municipal.

A reportagem do J3 solicitou mais informações à Prefeitura de SJB, que informou por nota que após confirmar as agressões denuciadas, fez o Boletim de Ocorrências e encaminhou as vítimas à Sala Lilás, setor municipal para acolhimento e atendimento especializado às vítimas de violência. O bebê de 5 meses se encontra no acolhimento institucional, enquanto o outro menor está sob responsabilidade do pai, que não é o pai do bebê. A Prefeitura não confirmou se foi feito o acionamento do Ministério Público ao caso. O J3 também questionou o MPRJ sobre a situação.