O pesquisador campista Diogo Monteiro deu de cara, em Belo Horizonte, com uma foto raríssima dos anos 1940. No clique, nada menos que os campistas Ferreira Machado e Olavo Cardoso, figuras históricas da cidade. A imagem pertence ao acervo do padre Reginaldo, de BH, e reacende aquela velha chama: Campos não só fez história, como deixou retrato para provar. Como é sabido, Ferreira Machado dá seu nome a um hospital e Olavo Cardoso a um museu (que está desativado).
Já começou, na região Norte Fluminense, um investimento robusto na área de genética bovina. O negócio promete virar marco para o agronegócio fluminense, com tecnologia de ponta e olhar no futuro da produção. A aposta é que esse projeto coloque a região no mapa das grandes referências do setor no país. Quem diria: boi também é economia de alta performance.
Marcelo Mérida está sorrindo de orelha a orelha. É que a Fundação CDL de Campos ganhou status estadual. Agora, a instituição vai apoiar projetos do terceiro setor em todas as CDLs do Estado do Rio. Para Mérida, é a coroação de anos de trabalho. Para o comércio, é sinal de que Campos segue dando as cartas no associativismo fluminense.
O Centro de Campos mostra reação. Neste segundo semestre, duas megalojas voltaram a abrir suas portas. E pelo menos mais uma, das grandonas, deve ser inaugurada ainda este ano no chamado quadrilátero central. O varejo de rua, tão pressionado por shoppings e e-commerce, mostra que ainda tem fôlego para disputar o coração, e o bolso, do consumidor campista.
Campos se prepara para receber fortes investimentos em 2026, sobretudo no comércio e serviços. Mas não só. Uma indústria vinda de Minas Gerais já está fincando bandeira no município. Detalhes ainda estão guardados a sete chaves, mas o movimento mostra que a cidade começa a diversificar sua matriz econômica. E isso, meus caros, é música para o futuro da região.
As expectativas são muitas para 2027, quando a Petrobrasdeve, enfim, “mostrar seu rosto” em Campos. A promessa é de operações robustas e geração de bons empregos. Quem acompanha de perto garante: a cidade vai sentir no pulso o impacto dessa chegada. Preparem-se: vem aí um novo ciclo de oportunidades.
Quase sem barulho, mas com movimentos certeiros, grandes grupos nacionais da educação privada estão comprando escolas em Campos. O processo começou antes da pandemia, deu uma pausa, e agora retoma com força para o próximo ano letivo. Ou seja, enquanto muita gente olha para petróleo e comércio, tem quem esteja apostando no futuro das salas de aula.
Se você achou cedo demais para pensar em Natal, aviso: os supermercados já estão vendendo panetones. O calendário parece estar com pressa e a sensação é de que o ano voa. Mal piscamos em agosto e já tem gente fazendo conta de 13º. A economia também tem dessas: entre boi de genética, petróleo e fundações, um simples panetone consegue roubar a cena.