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PM da região GCM Campos em palestra sobre práticas de segurança operacional no Heliporto Farol de São Tomé

Ação, que aconteceu nesta quinta-feira, recebeu equipes dos batalhões de Campos, Itaperuna, Macaé e Pádua

Geral
Por ASCOM
29 de agosto de 2025 - 19h22
Foto: Divulgação

A integração entre instituições é o que garante operações mais seguras e eficientes. Com esse propósito, policiais militares de diversos municípios do Norte Fluminense e a guarda municipal de Campos dos Goytacazes participaram, nesta quinta-feira (28), de uma palestra sobre segurança operacional no Heliporto Farol de São Tomé. A iniciativa valorizou a responsabilidade coletiva na proteção das operações e abriu espaço para diálogo, troca de experiências e visita técnica às dependências do heliporto.

Estiveram presentes equipes do 8° Batalhão de Polícia Militar de Campos, 29º BPM de Itaperuna, 32º BPM de Macaé, 36º BPM de Pádua, do Comando de Polícia Ambiental, do 6° Comando de Policiamento de Área (CPA), militares do Patrulha Rural, além de representante da GCM. Todos conheceram de perto os procedimentos aplicados no dia a dia do heliporto, voltados para a prática de prevenção e segurança aérea.

Segundo o superintendente do Heliporto Farol de São Tomé, Rosimar Tavares, a parceria com os órgãos de segurança já é consolidada. Ele explicou aos agentes os procedimentos de prevenção contra riscos externos, como balões, risco da fauna e linhas de pipa, reforçando a importância de cada detalhe para manter a segurança das operações.

“A segurança é um valor inegociável. Esse momento não é um ato isolado, mas a continuidade de uma relação sólida com a Polícia Militar. Além das orientações, houve troca de experiências e uma interação muito positiva com os policiais. Nosso compromisso é seguir lado a lado com os órgãos, cuidando de cada detalhe para que a vida, a ordem e a excelência estejam sempre em primeiro lugar, afinal, a segurança operacional é um dever de todos”, pontuou Tavares.

O tenente-coronel Rodrigo Abravantes, representante do CPA, reforçou o impacto da ação. “Esse contato direto com a rotina do heliporto é fundamental. A troca de conhecimentos nos prepara melhor para atuar de forma integrada e preventiva, garantindo ainda mais segurança para todos os envolvidos nas operações aéreas e para a sociedade”, disse Rodrigo.

Tavares destacou ainda que o heliporto está de portas abertas não apenas para os órgãos de segurança, mas também para instituições de ensino e demais entidades que queiram conhecer de perto a estrutura e as práticas de segurança operacional do heliporto.

Fonte: Ascom